Primórdios da aromaterapia

As tribos na  Austrália, há 40 mil anos, já conheciam plantas medicinais e alguns dos seus efeitos, como a queima do eucalipto para tratamento de doenças respiratórias

A Índia, conhecida como rota das especiarias, possui uma grande variedade de plantas  aromáticas, utilizadas na perfumaria e em rituais religiosos  para purificação

A China foi muito importante para a evolução da fitoterapia, sendo que é a precursora  da farmacopeia atual. 

No Egito, os médicos que também eram sacerdotes  tratavam doenças e realizavam o embalsamento ( propriedades conservativas das  plantas aromáticas). 

No  século XI, um príncipe e médico persa inventou a destilação das plantas. 

Hipócrates, na Grécia, indicava os banhos aromáticos. Queimavam alecrim, lavanda  e outras ervas para acabar com as pestes e doenças. Essa fogueira tinha a função de  um purificador de ar, uma vez que os óleos essenciais tem ação antisséptica. 

Os árabes contribuíram para a melhora na destilação dos óleos essenciais. Mais de 100 óleos essenciais já eram utilizados para tratar problemas de saúde. 

Com o surgimento das indústrias e as sínteses químicas, a terapia com os óleos  essenciais foi esquecida. Após picos de desenvolvimento, as sínteses foram  se esgotando e trazendo as velhas terapia à tona novamente. 

O termo aromaterapia foi criado pelo químico e pesquisador René Maurice em 1935.  Há uma história em que René sofreu uma queimadura na mão após uma explosão em  seu laboratório. Ele mergulhou sua mão em um barril de óleo essencial de lavanda, alcançando uma melhora muito rápida, sem infecção ou cicatriz. 

Hoje, as terapias com as plantas aromáticas estão em alta. Por ser uma terapia natural e  sem grandes efeitos adversos.